domingo, 4 de dezembro de 2011

Internet: Pense antes de postar

sábado, 3 de dezembro de 2011

5 Razoes para não usar preservativo.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Universo - Constituição e Interacção

o universo

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Agricultura

A Agricultura foi o tema central da Grande Reportagem da SIC, no dia 08/05/2011, que abordou a produção agrícola nacional, bem como o peso das exportações de vários produtos, desde os alhos aos cereais.
O que é que produzimos?
Qual a importância de escolher produtos "made in Portugal"?







Sociedade: Actuar ao nível das dinâmicas de desenvolvimento local e regional, em contextos urbanos e rurais, compreendendo a evolução das actividades económicas e os processos de transformação sociocultural num dado território, relacionando-as com as mudanças nas profissões e nos modos de vida das populações.

Tecnologia: Actuar na exploração dos recursos naturais (zonas de agricultura, piscatórias, mineiras), ou nos locais de grande comercialização e consumo (centros urbanos), com conhecimento dos meios técnicos adequados, tradicionais ou inovadores.

Ciência: Actuar na vida profissional com conhecimento do modo de actuação dos processos químicos, biológicos e técnicos de produção, em zonas rurais ou urbanas, de modo a salvaguardar e manter o equilíbrio no ambiente e no bem-estar das diferentes comunidades.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Predador - Perigos da Internet

Para divulgar pelas escolas, filhos e netos.
 
Na sociedade de hoje, cada vez mais tecnológica, o perigo pode começar mesmo dentro de casa...
Um filme que pretende alertar para o perigos da internet e de deixar as crianças sem supervisão.

sábado, 26 de março de 2011

Coaching e acompanhamento no processo RVCC NERCAB

No passado dia 15 de Fevereiro, decorreu no Centro Novas Oportunidades do Nercab de Castelo Branco, um colóquio com o lema “Coaching para a excelência”


O que é o Coaching?
O Coaching pode definir-se como uma relação profissional contínua, orientada para o objectivo do cliente inicialmente acordado, ajudando-o a produzir resultados extraordinários na sua vida, carreira, negócios e organizações.
Este é um processo de acompanhamento contínuo, centrado e conduzido pelo cliente, que permite que este defina e atinja metas associadas ao seu desenvolvimento pessoal e profissional, alcançando resultados extraordinários. Neste processo, são utilizadas um conjunto de ferramentas (através de perguntas adequadas) para assistir/acompanhar o Cliente no seu processo de introspecção que passa por três fases essenciais: consciencialização do cliente (qual situação actual e da situação desejada); responsabilização (como alcançar a situação desejada e quais as etapas e prioridades); compromisso (quando avançar na implementação das etapas definidas).
Deste modo, o coaching promove a descoberta interior, o autoconhecimento, autonomia potenciando a auto-confiança e auto-estima.

Atitude Coach no processo de RVCC?
Assim, numa associação do coaching com o processo de reconhecimento de competências, é fundamental que as equipas que acompanham os adultos nas suas “viagens”, promovendo a consciencialização, responsabilização perante os objectivos por eles propostos, bem como o seu compromisso efectivo para a sua implementação, apoiando-os na sua viagem de auto-descoberta, através da adoptação de uma atitude focada no outro, ajudando-o a descobrir as suas potencialidades, utilizando uma escuta activa, perguntas adequadas, gerando um espaço de pensamento e reflexão, numa tónica de melhoria e superação.

Foi com uma enorme satisfação que me deparei com uma equipa bastante participativa, proactiva, e com vontade de que os seus adultos atinjam resultados extraordinários nos vários contextos de actuação.


Cristina Santos Pinto
(Coach Profissional & Coaching Trainer)
com Certificação Internacional, pela International School of Professional Coaching

quinta-feira, 17 de março de 2011

Perfil do Educador Optimista

 1. O educador optimista é aquele que por melhor que seja pode sempre melhorar.

2. O educador optimista é aquele que acredita que a mudança é possível em qualquer momento da carreira profissional e da vida.

3. O educador optimista é aquele que sabe que a forma como olha, interpreta e sente a realidade determina em muito essa mesma realidade.

4. O educador optimista é aquele que, em Portugal, vai contra a cultura do desânimo e da crítica.

5. O educador optimista é aquele que olha para o futuro, mais do que para o passado.

6. O educador optimista é aquele que acredita que “o destino não está marcado”.

7. O educador optimista é aquele que acredita que pode – e deve – transformar sonhos em realidades.

8. O educador optimista é aquele que nunca esquece que tem nas mãos uma parte central de seu próprio futuro e do dos seus educandos.

9. O educador optimista é aquele que se conhece bem e que sabe o que faz e porque o faz; é por isso que transforma cada acto educativo numa tomada de decisão bem alicerçada.

10. O educador optimista é aquele que “pensa positivo”, vendo o melhor e esperando o melhor.

11. O educador optimista é o que sabe que os insucessos podem ser experiências de aprendizagem óptimas.

12. O educador optimista é aquele que gosta de si, se aprecia e se auto-elogia.

13. O educador optimista é aquele que atenta na construção da imagem positiva dos seus educandos e se assegura que eles acreditam nas suas potencialidades, valorizando-os permanentemente, aceitando-os nas suas insuficiências e perdoando-os nas suas imperfeições.

14. O educador optimista é aquele que sabe que os outros têm sempre boas razões para se comportarem como se comportam, e que mesmo nas pessoas ou situações mais difíceis é possível ver talentos e excelências.

15. O educador optimista é aquele que sabe que as melhorias têm que começar por si próprio.

16. O educador optimista é o que sabe lidar de forma controlada e sem abuso com as emoções mais negativas que os seus educandos lhe provocam.

17. O educador optimista é o que sabe comunicar com eficácia, ouvindo-se interiormente e ouvindo mais do que falando, respeitando mais do que impondo.

18. O educador optimista é o que sabe transformar problemas em desafios e limitações em energia geradora de soluções.

19. O educador optimista é o que transmite e vivencia, com o corpo e as palavras, alegria, felicidade e entusiasmo.
Fonte – Educar para o optimismo;
Autores – Marujo, Neto & Perloiro.

Atitude Coach: Perfil do Educador Optimista

Atitude Coach: Perfil do Educador Optimista: "1. O educador optimista é aquele que por melhor que seja pode sempre melhorar. 2. O educador optimista é aquele que acredita que a mudança é..."

segunda-feira, 14 de março de 2011

O que é o Coaching?

O coaching corresponde a uma buzzword recente no domínio da liderança. A sua prática, no entanto, é antiga. Corresponde a actuações do líder norteadas por um valor supremo: ajudar os outros a trilharem o seu próprio caminho de autodesenvolvimento. Estamos, portanto, perante um entendimento da liderança baseado numa relação "adulto-adulto". Já não é ao líder que compete descobrir o que é melhor para os subordinados - isso é algo que compete a cada um deles. Cabe-lhe ajudar cada colaborador a descobrir a forma de expressar melhor os seus talentos. Dois significados do termo coaching ajudam a compreender a sua aplicação ao mundo das organizações: por um lado, coach é o treinador, aquele que ajuda os seus pupilos a desenvolverem as suas capacidades. Por outro, é um meio de transporte, o que explica o processo de autodesenvolvimento como uma viagem de descoberta e melhoria.

O coaching pode ser tomado como um processo que visa fomentar no colaborador o conhecimento de si mesmo e impulsionar o desejo de melhorar ao longo do tempo, bem como a orientação necessária para que a mudança se produza.

Trata-se, portanto, de uma filosofia de liderança que assenta na ideia de que o desenvolvimento e a aquisição de competências são processos contínuos e da responsabilidade de todos, e não apenas episódios limitados no tempo e espoletados pela hierarquia. A lógica do coaching tende pois a ser privilegiada nas organizações genuinamente aprendentes, nas quais a responsabilidade pelo desenvolvimento é pessoal, embora apoiada e enquadrada pela organização.

Como actua, na prática, um coach na relação com o seu colaborador? Múltiplas acções podem ser consideradas:

- Ajuda-o a aprender - mais do que ensina; ajuda-o a descortinar as áreas em que o seu potencial de desenvolvimento é maior; ajuda-o a desenvolver a sua inteligência emocional; ajuda-o a fazer opções, a descortinar e a definir as suas metas; ajuda-o a analisar os erros, as suas raízes e os modos de ultrapassá-los; coloca-se ao serviço - não controla; faculta-lhe as pistas que lhe permitam superar-se a si próprio; faculta-lhe guias de actuação, informações e pistas que lhe permitam optar e decidir; faz-lhe crítica construtiva, fornece-lhe feedback; gera-lhe orgulho nas realizações e reconhece-lhe o mérito; impele-o a aproveitar todo o seu potencial; inspira confiança, monitoriza o seu desempenho, motiva-o, não lhe impõe soluções, não julga, reconhece a independência e a autonomia do colaborador; é competente e empenhado; é prudente; respeita-o e é sincero na relação; transmite-lhe desafios concretizáveis, assim como sentimentos de segurança; revela abertura de espírito; e é paciente - mas sem perder o norte na proactividade.

Em suma, o coaching refere-se a uma categoria de comportamentos assentes num claro conjunto de valores, nomeadamente: autodesenvolvimento, respeito, autonomia. A sua popularidade "explode", não por acaso, num momento em que os elevados níveis de educação dos profissionais tornam desaconselhados os modelos tradicionais de chefia, nos quais um mandava e outro obedecia. O coaching é, nesta perspectiva, mais um sintoma da grande mudança em curso no mundo das empresas que têm no conhecimento o seu recurso principal: organizações complexas com pessoas simples vão dando lugar a organizações simples com pessoas complexas - e capazes de apostar no seu próprio desenvolvimento, com o apoio da organização onde trabalham, para bem do seu emprego actual e da sua empregabilidade futura.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dia Europeu da Internet Segura

Realiza-se hoje, 9 de Fevereiro, o Dia Europeu da Internet Segura. Este evento anual é organizado a nível Europeu pelo Insafe, rede de cooperação dos projectos que promovem a sensibilização e a consciencialização para uma utilização mais segura da Internet pelos cidadãos. A nível nacional, desde 2007 que o projecto Internet Segura se junta aos restantes países que integram a rede Insafe e promove um conjunto de actividades com vista à promoção de uma navegação segura e crítica por parte dos cidadãos.



Que cuidados devo ter?

Dada a popularidade das redes sociais virtuais, torna-se de extrema importância que o utilizador conheça as formas de se proteger contra possíveis ameaças.

  • Não forneça inadvertidamente dados pessoais
Evite colocar informações que possam levar desconhecidos a encontrá-lo(a), como por exemplo dados sobre o local onde reside, trabalha, números de telefone. Esta regra é tanto mais importante quanto mais jovem for o utilizador: informe os seus educandos acerca dos perigos de colocar informação pessoal online e explique-lhes porque nunca deve escrever algo que possa levar alguém a identificá-lo e encontrá-lo.

  • Não aceite pedidos de amizade se o conteúdo da página o deixar desconfortável
Se receber um pedido de amizade na sua página pessoal, veja sempre a página dessa pessoa. Leia o que essa pessoa escreve, veja as suas fotografias e leia os comentários deixados por outros utilizadores. Se houver alguma coisa que o deixe desconfortável, recuse adicionar essa pessoa à sua lista. Um pedido é isso mesmo, e cabe a quem o recebe decidir se o quer aceitar ou não.

Lembre-se que, em caso de dúvida, o melhor é recusar um pedido. Aceitar figurar como “amigo(a)” de outro utilizador é uma forma implícita de mostrar concordância com os seus ideais e pensamentos. Se um perfil contiver dados que vão contra a sua forma de pensar, quer ser associado(a) ao autor dos mesmos?

  • Não responda a comentários ou conteúdos ofensivos
Se alguém colocar um comentário ofensivo no seu perfil, opte por apagar esse comentário e a pessoa que o fez da sua lista de amigos. Certifique-se, no entanto, que a mensagem não adveio de uma apropriação indevida de identidade, caso contrário, estará a eliminar alguém inocente.

Caso o comentário ou conteúdo enviado vier legitimamente desse utilizador e o mesmo for contra as regras do sítio Web, reporte-o aos moderadores.

  • Os dados não são privados
A regra de ouro é: tudo o que for colocado na Internet deixa de ser privado. Mesmo que o seu perfil esteja definido como privado, nada impede a quem tenha acesso autorizado ao mesmo de copiar os seus conteúdos e enviá-los a terceiros. Se pensar em colocar algo na sua página pessoal que o deixe com dúvidas, opte por não o colocar de todo.


As regras acima apresentadas servem para todos aqueles que pretenderem ter uma utilização o mais segura possível das redes sociais virtuais. Contudo, dado que estas são bastante populares junto dos mais novos, aqui ficam também algumas regras que os educadores devem fazer cumprir junto dos seus educandos:

  • Colocar os perfis como privados
Alguns sítios Web optam por considerar privados os perfis dos utilizadores de uma determinada faixa etária, bloqueando-os do acesso geral. Os dados das páginas privadas apenas são visíveis pelas pessoas na lista de amigos desse utilizador, o que lhe proporciona uma segurança adicional. Caso o sítio onde o jovem está inscrito não possua esta funcionalidade automatizada, é aconselhável ele mesmo torne a sua página privada.

  • Aceitar apenas utilizadores que conhece pessoalmente
Se apenas aceitar ter na sua rede de amigos aqueles que já conhece pessoalmente, o jovem diminui muito as probabilidades de ser abordado por um predador online, ou até de ser vítima de cyberbullying.


  • Não aceitar conhecer os amigos virtuais pessoalmente
Nem toda a gente é na realidade o que diz ser na Internet. Há relatos de crianças raptadas, abusadas e violadas por predadores online que conseguiram acesso a elas pessoalmente.

Se, porventura, o educador aceder que o seu educando conheça um amigo virtual pessoalmente, deve ir com ele ao encontro, que deverá ser num local público, frequentado por muitas pessoas (por exemplo, um centro comercial) e de dia. Caso o seu educando insista em encontrar-se com alguém sem a sua presença, não o autorize e explique o porquê de tal atitude.

  • Cuidado com as fotografias
Fotografias reveladoras do local onde foram tiradas podem tornar um jovem vulnerável a encontros pessoais por parte de predadores online.

Outra forma de vulnerabilidade prende-se com a colocação de fotografias de natureza provocante. Há jovens que procuram aceitação social através da exposição do seu corpo. Explique ao seu educando quais os perigos de o fazer. Ser alvo do desejo de indivíduos mal-intencionados pode conduzir o menor a perigos desnecessários online e/ou na vida real.

  • Não colocar informações sobre terceiros
O jovem deve estar atento para não colocar dados na sua página pessoal que revelem informações sobre os amigos. Estas informações, se puderem levar à sua identificação, podem colocá-los em perigo desnecessário. Fale com o seu educando acerca destes perigos e da necessidade de pedir sempre autorização sempre que quiser colocar qualquer tipo de informação que refira um(a) amigo(a).

Por fim, tenha sempre em mente que a melhor forma de manter o seu educando seguro é manter uma comunicação aberta com ele. Cabe aos educadores certificar-se que os jovens ao seu cuidado fazem uma utilização segura e educada da Internet. Ao impedir, por falta de comunicação, que um jovem recorra a um adulto quando se sente em apuros é deixá-lo sozinho e vulnerável e permitir que o pior aconteça.

Envolva-se nas actividades online do seu educando e mostre-lhe que terá ajuda caso se sinta ameaçado, com medo ou tenha dúvidas quanto a algo que lhe esteja a acontecer. Lembre-se que, por mais cuidados que ensine, um adolescente é um adolescente e, como tal, ir-se-á expor, de uma forma ou outra, a situações que podem ter consequências menos agradáveis e é o papel do adulto o de ensinar, ajudar e educar, para que os erros sejam apenas fontes de aprendizagem e não de amarguras.


Mais informações em:









Vídeo: Dia da Internet Segura - 09.02.2009 (em Português do Brasil)