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domingo, 4 de dezembro de 2011

Internet: Pense antes de postar

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O Crescimento do Marketing digital


segunda-feira, 28 de março de 2011

Predador - Perigos da Internet

Para divulgar pelas escolas, filhos e netos.
 
Na sociedade de hoje, cada vez mais tecnológica, o perigo pode começar mesmo dentro de casa...
Um filme que pretende alertar para o perigos da internet e de deixar as crianças sem supervisão.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dia Europeu da Internet Segura

Realiza-se hoje, 9 de Fevereiro, o Dia Europeu da Internet Segura. Este evento anual é organizado a nível Europeu pelo Insafe, rede de cooperação dos projectos que promovem a sensibilização e a consciencialização para uma utilização mais segura da Internet pelos cidadãos. A nível nacional, desde 2007 que o projecto Internet Segura se junta aos restantes países que integram a rede Insafe e promove um conjunto de actividades com vista à promoção de uma navegação segura e crítica por parte dos cidadãos.



Que cuidados devo ter?

Dada a popularidade das redes sociais virtuais, torna-se de extrema importância que o utilizador conheça as formas de se proteger contra possíveis ameaças.

  • Não forneça inadvertidamente dados pessoais
Evite colocar informações que possam levar desconhecidos a encontrá-lo(a), como por exemplo dados sobre o local onde reside, trabalha, números de telefone. Esta regra é tanto mais importante quanto mais jovem for o utilizador: informe os seus educandos acerca dos perigos de colocar informação pessoal online e explique-lhes porque nunca deve escrever algo que possa levar alguém a identificá-lo e encontrá-lo.

  • Não aceite pedidos de amizade se o conteúdo da página o deixar desconfortável
Se receber um pedido de amizade na sua página pessoal, veja sempre a página dessa pessoa. Leia o que essa pessoa escreve, veja as suas fotografias e leia os comentários deixados por outros utilizadores. Se houver alguma coisa que o deixe desconfortável, recuse adicionar essa pessoa à sua lista. Um pedido é isso mesmo, e cabe a quem o recebe decidir se o quer aceitar ou não.

Lembre-se que, em caso de dúvida, o melhor é recusar um pedido. Aceitar figurar como “amigo(a)” de outro utilizador é uma forma implícita de mostrar concordância com os seus ideais e pensamentos. Se um perfil contiver dados que vão contra a sua forma de pensar, quer ser associado(a) ao autor dos mesmos?

  • Não responda a comentários ou conteúdos ofensivos
Se alguém colocar um comentário ofensivo no seu perfil, opte por apagar esse comentário e a pessoa que o fez da sua lista de amigos. Certifique-se, no entanto, que a mensagem não adveio de uma apropriação indevida de identidade, caso contrário, estará a eliminar alguém inocente.

Caso o comentário ou conteúdo enviado vier legitimamente desse utilizador e o mesmo for contra as regras do sítio Web, reporte-o aos moderadores.

  • Os dados não são privados
A regra de ouro é: tudo o que for colocado na Internet deixa de ser privado. Mesmo que o seu perfil esteja definido como privado, nada impede a quem tenha acesso autorizado ao mesmo de copiar os seus conteúdos e enviá-los a terceiros. Se pensar em colocar algo na sua página pessoal que o deixe com dúvidas, opte por não o colocar de todo.


As regras acima apresentadas servem para todos aqueles que pretenderem ter uma utilização o mais segura possível das redes sociais virtuais. Contudo, dado que estas são bastante populares junto dos mais novos, aqui ficam também algumas regras que os educadores devem fazer cumprir junto dos seus educandos:

  • Colocar os perfis como privados
Alguns sítios Web optam por considerar privados os perfis dos utilizadores de uma determinada faixa etária, bloqueando-os do acesso geral. Os dados das páginas privadas apenas são visíveis pelas pessoas na lista de amigos desse utilizador, o que lhe proporciona uma segurança adicional. Caso o sítio onde o jovem está inscrito não possua esta funcionalidade automatizada, é aconselhável ele mesmo torne a sua página privada.

  • Aceitar apenas utilizadores que conhece pessoalmente
Se apenas aceitar ter na sua rede de amigos aqueles que já conhece pessoalmente, o jovem diminui muito as probabilidades de ser abordado por um predador online, ou até de ser vítima de cyberbullying.


  • Não aceitar conhecer os amigos virtuais pessoalmente
Nem toda a gente é na realidade o que diz ser na Internet. Há relatos de crianças raptadas, abusadas e violadas por predadores online que conseguiram acesso a elas pessoalmente.

Se, porventura, o educador aceder que o seu educando conheça um amigo virtual pessoalmente, deve ir com ele ao encontro, que deverá ser num local público, frequentado por muitas pessoas (por exemplo, um centro comercial) e de dia. Caso o seu educando insista em encontrar-se com alguém sem a sua presença, não o autorize e explique o porquê de tal atitude.

  • Cuidado com as fotografias
Fotografias reveladoras do local onde foram tiradas podem tornar um jovem vulnerável a encontros pessoais por parte de predadores online.

Outra forma de vulnerabilidade prende-se com a colocação de fotografias de natureza provocante. Há jovens que procuram aceitação social através da exposição do seu corpo. Explique ao seu educando quais os perigos de o fazer. Ser alvo do desejo de indivíduos mal-intencionados pode conduzir o menor a perigos desnecessários online e/ou na vida real.

  • Não colocar informações sobre terceiros
O jovem deve estar atento para não colocar dados na sua página pessoal que revelem informações sobre os amigos. Estas informações, se puderem levar à sua identificação, podem colocá-los em perigo desnecessário. Fale com o seu educando acerca destes perigos e da necessidade de pedir sempre autorização sempre que quiser colocar qualquer tipo de informação que refira um(a) amigo(a).

Por fim, tenha sempre em mente que a melhor forma de manter o seu educando seguro é manter uma comunicação aberta com ele. Cabe aos educadores certificar-se que os jovens ao seu cuidado fazem uma utilização segura e educada da Internet. Ao impedir, por falta de comunicação, que um jovem recorra a um adulto quando se sente em apuros é deixá-lo sozinho e vulnerável e permitir que o pior aconteça.

Envolva-se nas actividades online do seu educando e mostre-lhe que terá ajuda caso se sinta ameaçado, com medo ou tenha dúvidas quanto a algo que lhe esteja a acontecer. Lembre-se que, por mais cuidados que ensine, um adolescente é um adolescente e, como tal, ir-se-á expor, de uma forma ou outra, a situações que podem ter consequências menos agradáveis e é o papel do adulto o de ensinar, ajudar e educar, para que os erros sejam apenas fontes de aprendizagem e não de amarguras.


Mais informações em:









Vídeo: Dia da Internet Segura - 09.02.2009 (em Português do Brasil)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Manual Web 2.0

Porque as novas tecnologias devem estar ao serviço da educação e porque cada vez mais é necessário apostar em recursos variados e ampliar a formação dos professores, deixamos a sugestão, disponibilizada pelo Portal da Educação, deste Manual Web 2.0.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Segur@net - Guia Prático

Numa era em que a Internet se sobrepõe aos restantes meios de comunicação social e na qual jovens e menos jovens passam cada vez mais tempo, é cada vez mais importante saber utilizá-la de modo seguro.
Este guia, vocacionado para professores, sugere actividades em contexto de sala de aula para orientar a utilização online.



Retirado de:
http://blogmilfolhas.blogspot.com/2010/05/segurnet-guia-pratico-para-o-professor.html

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

9 de Fevereiro - Dia Europeu da Internet Segura 2010

Realiza-se hoje, 9 de Fevereiro de 2010, o Dia Europeu da Internet Segura. Este evento anual é organizado a nível Europeu pelo Insafe, rede de cooperação dos projectos que promovem a sensibilização e a consciencialização para uma utilização mais segura da Internet pelos cidadãos. A nível nacional, desde 2007 que o projecto Internet Segura se junta aos restantes países que integram a rede Insafe e promove um conjunto de actividades com vista à promoção de uma navegação segura e crítica por parte dos cidadãos.



Que cuidados devo ter?


Dada a popularidade das redes sociais virtuais, torna-se de extrema importância que o utilizador conheça as formas de se proteger contra possíveis ameaças.


  • Não forneça inadvertidamente dados pessoais

Evite colocar informações que possam levar desconhecidos a encontrá-lo(a), como por exemplo dados sobre o local onde reside, trabalha, números de telefone. Esta regra é tanto mais importante quanto mais jovem for o utilizador: informe os seus educandos acerca dos perigos de colocar informação pessoal online e explique-lhes porque nunca deve escrever algo que possa levar alguém a identificá-lo e encontrá-lo.


  • Não aceite pedidos de amizade se o conteúdo da página o deixar desconfortável

Se receber um pedido de amizade na sua página pessoal, veja sempre a página dessa pessoa. Leia o que essa pessoa escreve, veja as suas fotografias e leia os comentários deixados por outros utilizadores. Se houver alguma coisa que o deixe desconfortável, recuse adicionar essa pessoa à sua lista. Um pedido é isso mesmo, e cabe a quem o recebe decidir se o quer aceitar ou não.

Lembre-se que, em caso de dúvida, o melhor é recusar um pedido. Aceitar figurar como “amigo(a)” de outro utilizador é uma forma implícita de mostrar concordância com os seus ideais e pensamentos. Se um perfil contiver dados que vão contra a sua forma de pensar, quer ser associado(a) ao autor dos mesmos?


  • Não responda a comentários ou conteúdos ofensivos

Se alguém colocar um comentário ofensivo no seu perfil, opte por apagar esse comentário e a pessoa que o fez da sua lista de amigos. Certifique-se, no entanto, que a mensagem não adveio de uma apropriação indevida de identidade, caso contrário, estará a eliminar alguém inocente.

Caso o comentário ou conteúdo enviado vier legitimamente desse utilizador e o mesmo for contra as regras do sítio Web, reporte-o aos moderadores.


  • Os dados não são privados

A regra de ouro é: tudo o que for colocado na Internet deixa de ser privado. Mesmo que o seu perfil esteja definido como privado, nada impede a quem tenha acesso autorizado ao mesmo de copiar os seus conteúdos e enviá-los a terceiros. Se pensar em colocar algo na sua página pessoal que o deixe com dúvidas, opte por não o colocar de todo.


As regras acima apresentadas servem para todos aqueles que pretenderem ter uma utilização o mais segura possível das redes sociais virtuais. Contudo, dado que estas são bastante populares junto dos mais novos, aqui ficam também algumas regras que os educadores devem fazer cumprir junto dos seus educandos:


  • Colocar os perfis como privados

Alguns sítios Web optam por considerar privados os perfis dos utilizadores de uma determinada faixa etária, bloqueando-os do acesso geral. Os dados das páginas privadas apenas são visíveis pelas pessoas na lista de amigos desse utilizador, o que lhe proporciona uma segurança adicional. Caso o sítio onde o jovem está inscrito não possua esta funcionalidade automatizada, é aconselhável ele mesmo torne a sua página privada.


  • Aceitar apenas utilizadores que conhece pessoalmente

Se apenas aceitar ter na sua rede de amigos aqueles que já conhece pessoalmente, o jovem diminui muito as probabilidades de ser abordado por um predador online, ou até de ser vítima de cyberbullying.



  • Não aceitar conhecer os amigos virtuais pessoalmente

Nem toda a gente é na realidade o que diz ser na Internet. Há relatos de crianças raptadas, abusadas e violadas por predadores online que conseguiram acesso a elas pessoalmente.

Se, porventura, o educador aceder que o seu educando conheça um amigo virtual pessoalmente, deve ir com ele ao encontro, que deverá ser num local público, frequentado por muitas pessoas (por exemplo, um centro comercial) e de dia. Caso o seu educando insista em encontrar-se com alguém sem a sua presença, não o autorize e explique o porquê de tal atitude.


  • Cuidado com as fotografias

Fotografias reveladoras do local onde foram tiradas podem tornar um jovem vulnerável a encontros pessoais por parte de predadores online.

Outra forma de vulnerabilidade prende-se com a colocação de fotografias de natureza provocante. Há jovens que procuram aceitação social através da exposição do seu corpo. Explique ao seu educando quais os perigos de o fazer. Ser alvo do desejo de indivíduos mal-intencionados pode conduzir o menor a perigos desnecessários online e/ou na vida real.


  • Não colocar informações sobre terceiros

O jovem deve estar atento para não colocar dados na sua página pessoal que revelem informações sobre os amigos. Estas informações, se puderem levar à sua identificação, podem colocá-los em perigo desnecessário. Fale com o seu educando acerca destes perigos e da necessidade de pedir sempre autorização sempre que quiser colocar qualquer tipo de informação que refira um(a) amigo(a).

Por fim, tenha sempre em mente que a melhor forma de manter o seu educando seguro é manter uma comunicação aberta com ele. Cabe aos educadores certificar-se que os jovens ao seu cuidado fazem uma utilização segura e educada da Internet. Ao impedir, por falta de comunicação, que um jovem recorra a um adulto quando se sente em apuros é deixá-lo sozinho e vulnerável e permitir que o pior aconteça.

Envolva-se nas actividades online do seu educando e mostre-lhe que terá ajuda caso se sinta ameaçado, com medo ou tenha dúvidas quanto a algo que lhe esteja a acontecer. Lembre-se que, por mais cuidados que ensine, um adolescente é um adolescente e, como tal, ir-se-á expor, de uma forma ou outra, a situações que podem ter consequências menos agradáveis e é o papel do adulto o de ensinar, ajudar e educar, para que os erros sejam apenas fontes de aprendizagem e não de amarguras.


Mais informações em:










Vídeo: Dia da Internet Segura - 09.02.2009 (em Português do Brasil)


sábado, 7 de novembro de 2009

Internet na Idade da Pedra

Um pouco de humor sobre a internet, recebido através de e-mail.



















































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Sociedade: Actuar na sociedade da informação, identificando novas oportunidades de participação, bem como mecanismos de desigualdade, resultantes da (des)articulação entre redes tecnológicas e redes sociais.
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Tecnologia: Actuar tendo em conta o desenvolvimento dos modos de transmissão de informação ao longo da História, relacionando-o com a evolução das estruturas sociais, a ocupação do território, etc. (por exemplo, a rede de televisão, a internet, etc.).
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Ciência: Actuar em relação à evolução dos conhecimentos científicos na construção das redes (por exemplo, a estrutura celular dos telemóveis, o uso da base binária na internet).

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

40º Aniversário do E-mail

A primeira mensagem de correio electrónico entre dois computadores (e-mail em rede) situados em locais distantes foi enviada a 29 de Outubro de 1969, quase dois meses depois do primeiro nó que deu origem à Internet.

O texto dessa primeira mensagem continha apenas duas letras e um ponto - "LO.". O investigador da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) Leonard Kleinrock queria escrever "LOGIN", mas o sistema foi abaixo a meio da transmissão.

A mensagem seguiu do computador do laboratório de Kleinrock na UCLA para o de Douglas Engelbart no Stanford Research Institute, utilizando como suporte a recém-criada rede da ARPA (Advanced Research Projects Agency), agência financiada pelo governo norte-americano.

O primeiro nó de ligação entre dois computadores da Arpanet tinha sido estabelecido pouco tempo antes, em 02 de Setembro de 1969, pelo que a história da Internet e do e-mail em rede se confundem.

No início da década de 1960, surgiram alguns sistemas de troca de mensagens entre terminais de um mesmo computador, em tempo diferido (1961) e em tempo real (1965), mas o primeiro e-mail em rede foi transmitido apenas em 1969.

Dois anos depois, em 1971, Ray Tomlinson inventou os primeiros programas para envio de e-mails em rede através da Arpanet e criou a arroba ("at", em Inglês - @) para separar o login do utilizador do domínio do servidor.

Em 1976, a rainha de Inglaterra, Isabel II, enviou o seu primeiro e-mail, e em 1978 surgiu o primeiro spam, entendido como mensagem de correio electrónico enviada para múltiplos destinatários sem consentimento destes.

Quarenta anos depois, 70 por cento dos e-mails enviados diariamente são "spam", uma "praga" que acompanha o crescimento dos vírus e do marketing na Internet, mas que tem sido combatida, com relativo sucesso, por diversos sistemas de filtragem entretanto desenvolvidos.
O "spam" não é, contudo, o único adversário do e-mail, que encontra cada vez mais concorrentes noutros sistemas de comunicação de texto, áudio e vídeo, de envio de ficheiros e de troca de mensagens instantâneas, através de ferramentas como o Messenger, Skype e Twitter, a que se juntará em breve o Google Wave.
"Pela sua formalidade, o e-mail é algo pouco apelativo para os utilizadores mais jovens. Os blogs e o Twitter ocupam um espaço menos informal", disse à agência Lusa Libório Silva, autor do livro sobre correio electrónico mais vendido em Portugal, "e-mail", editado em 2008.
Libório Silva afirmou que o e-mail continua a ser uma ferramenta em expansão em todo o Mundo, pela facilidade de utilização e pela capacidade de envio de ficheiros associados a mensagens.
Libório Silva destacou como principal ruptura na história do e-mail o surgimento dos serviços de webmail, que são actualmente líderes de mercado entre utilizadores individuais, mas não nas empresas, que continuam a preferir servidores internos.
Outro momento importante foi o surgimento do e-mail da Google (gmail), oferecendo um gigabyte de capacidade, quando os serviços de então ofereciam apenas quatro megabytes, "250 vezes menos".
Apesar de popular, o e-mail continua a ser utilizado pela esmagadora maioria das pessoas sem certificados digitais de segurança, pelo que cada mensagem pode ser interceptada por "um qualquer técnico de informática que tenha acesso a um dos 'routers' por onde passa".
"Mais de 99 por cento dos e-mails são como postais, sem terem envelope por fora", comparou Libório Silva, realçando que só um por cento são "cartas lacradas".
Outros dos pioneiros da Internet em Portugal, Vítor Magalhães, disse à Lusa que "o e-mail continua a ser a funcionalidade da Internet que mais se mantém e que tem tido um desenvolvimento normal", sendo os fóruns de discussão e o Twitter "alternativas e não concorrentes".
Para Vítor Magalhães, "a tentativa da Google de destruir o e-mail através do Google Wave" não deverá ter o sucesso que a empresa prevê, porque o novo serviço contém o mesmo mecanismo e funcionalidade básica do e-mail, de comunicação textual e de transferência de conteúdo multimédia, pelo que não há uma mudança de conceito.



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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Web 2.0

Um recurso para Redes e Tecnologias (NG5 - DR4)

Socializar On-line
(fonte: aqui)
“Os muito milhões que se ligam a como o Facebook, Twitter, Myspace, Hi5 e outros, querem dizer ao mundo o que andam a fazer, quem são e o que pensam. Defendem ideais, exibem preferências, juntam-se a grupos, alguns com (muita) influência. Uma nova forma de vida, na internet, a que, provavelmente, nenhum dos que vivem no mundo real conseguirá escapar”

por: João Dias Miguel – in Visão.

Viver na Rede
A visão publicou um artigo (26.03.2009) muito interessante e recomendado, sobre o mundo virtual que a população cibernauta está a viver. Neste momento milhões de utilizadores estão ligados entre si através das diversas redes sociais existentes, mostram o seu trabalho, divulgam as suas ideias, fazem amigos etc. O fundamental é que, sem dúvida alguma as redes sociais são um excelente meio de divulgação e principalmente gratuito, quantos de nós, temos uma costela artística e nunca nos apresentamos ao mundo pois os custos são elevados ou o nosso trabalho nunca foi reconhecido, talvez não tenha contactado com as pessoas certas, o facto é que desta forma o nosso público é o mundo! Claro que as redes sociais têm dois lados, o positivo pois alargamos o nossa vida pessoal e profissional a um role de pessoas quase infinito e claro a desvantagem de a nossa vida passar quase em directo na internet.


O Facebook

“Quando, no pequeno subúrbio de Cambridge, em Boston, Mark Zuckerberg, o hoje multimilionário dono e administrador executivo do Facebook, teve a ideia de criar uma rede social on-line, juntamente com os seus dois companheiros de quarto, afirmou que pretendia dar às pessoas a possibilidade de replicarem na internet aquilo que fazem todos os dias na vida real. E o que fazemos no dia-a-dia? Chocamos com um velho amigo e ficamos horas a falar com ele. Pegamos no álbum de fotografia da família e demoramo-nos a recordar tempos passados com aquele primo que convidámos para ir jantar lá em casa. Vemos filmes. Ouvimos músicas. Juntamo-nos a clubes ou associações. Brincamos.
Esta constitui talvez, ainda hoje, a melhor forma de o narrar: é um lugar virtual onde nos juntamos e começamos a socializar, a falar, a aderir a grupos do nosso interesse…”
“No seu sonho, Zuckerberg queria apenas reunir os companheiros de Harvard numa rede onde todos pudessem conversar… ”
Desde que foi criado em 2004 o Facebook começou a crescer e já tem cerca de mil empregados.
Zuckerberg concretizou o seu sonho.


A Era 2.0

Até há bem pouco tempo, socializar não passava de trocar uns e-mails com os amigos, conversar era num software chamado Mirc.
Com a introdução da banda larga tudo mudou, começamos a navegar em velocidade galáctica, a estar sempre disponíveis online, seja no computador ou no telemóvel. A nossa vida passou a estar ligada à internet, quase como um pacemaker, é através dela que contactamos como os nosso amigos, utilizamos o voip para falar, o telemóvel para socializar.
Sem dúvida que a Web2.0 marcou as redes sociais, sem ela não teríamos esta velocidade estonteante para comunicar.


As principais Redes Sociais:

Myspace

Quando? Criado em 2003.
Quantos? 114 Milhões de utilizadores e 230 mil novos registos por dia.
Para quem? Utilizado maioritariamente por músicos e fãs.
Para quê? Excelente para contornar a máquina industrial do mundo da música. Autopromoção e marketing em massa. Apurar modas e tendências entre os jovens utilizadores.

Facebook

Quando? Criado em 2004.
Quantos? 124 Milhões de utilizadores e 250 mil novos registos por dia.
Para quem? A partir dos 25 anos.
Para quê? Rede de contactos pessoais, mas também utilizado por políticos, estrelas da música e outras celebridades, com vista à autopromoção. As empresas promovem acções de marketing. Tendências e modas passam por aqui.


HI5
Quando? Criado em 2003.
Quantos? 70 Milhões de utilizadores e 350 mil novos registos por dia.
Para quem? É a principal rede social em de 25 países de diversos continentes. É utilizado especialmente pelos jovens.
Para quê? Criação de comunidades, promoção de celebridades e acções de marketing.

Orkut

Quando? Criado em 2004.
Quantos? 120 Milhões de utilizadores.
Para quem? Tem uma comunidade indistinta de utilizadores, muito localizada na Índia, EUA e Brasil.
Para quê? Criação de comunidades, manutenção e alargamento da rede de contactos, assim como promoção de celebridades, musica e produtos.
Twitter
Quando? Criado em 2006.
Quantos? 2 Milhões de utilizadores e 3500 novos registos por dia.
Para quem? Internautas que passam muitas horas ligados à Internet. Trata-se de um sistema de microblogging. Para quem quer estar hiperligado ao que os outros fazem.
Para quê? Manutenção e expansão da rede de contactos e criação de comunidades virtuais.
Linked in

Quando? Criado em 2003.
Quantos? 25 Milhões de utilizadores.
Para quem? Profissionais empreendedores, empresários. É a rede mais “séria” deste grupo.
Para quê? Utilizada para alargar a rede de contactos, a busca de novas oportunidades de negócio e aconselhamento de gestão.
fonte: Livro 33 Million People in the Room, de Julliete Powel






Sociedade: Actuar na sociedade da informação, identificando novas oportunidades de participação, bem como mecanismos de desigualdade, resultantes da (des)articulação entre redes tecnológicas e redes sociais.
Tecnologia: Actuar tendo em conta o desenvolvimento dos modos de transmissão de informação ao longo da História, relacionando-o com a evolução das estruturas sociais, a ocupação do território, etc. (por exemplo, a rede de televisão, a internet, etc.).
Ciência: Actuar em relação à evolução dos conhecimentos científicos na construção das redes (por exemplo, a estrutura celular dos telemóveis, o uso da base binária na internet).

domingo, 8 de fevereiro de 2009

NG5 - TIC - DR4: Um Excelente Recurso

A adesão ao Blogger é, sem dúvida, um caso de sucesso.

Hoje, deixo um vídeo (retirado do Youtube) com uma excelente explicação de como criar um Blog

Sociedade: Actuo na sociedade da informação, identificando novas oportunidades de participação, bem como mecanismos de desigualdade, resultantes da (des)articulação entre redes tecnológicas e redes sociais.

Tecnologia: Actuo tendo em conta o desenvolvimento dos modos de transmissão de informação ao longo da História, relacionando-o com a evolução das estruturas sociais, a ocupação do território, etc. (por exemplo, a rede de televisão, a internet, etc.).

Ciência: Actuo em relação à evolução dos conhecimentos científicos na construção das redes (por exemplo, a estrutura celular dos telemóveis, o uso da base binária na internet).

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

NG - Tecnologias de Informação e Comunicação (DR4)

DR4 - Redes e Tecnologias
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Relacionar a evolução das redes tecnológicas com as redes sociais.
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A Internet é uma das mais importantes invenções do último século. Uma excelente ferramenta para pesquisa de informação e para comunicação que entrou na vida de todos nós e da qual criámos alguma dependência: "O que seria de nós sem Internet?".


Chat's, Fóruns, Blogs, Email (Gmail; Hotmail, Portugalmail ...), Twitter, Youtube, Messenger, Google são algumas das ferramentas mais utilizadas e conceitos completamente desconhecidos (ou mesmo inexistentes) se fizermos uma pequena viagem a 10 ou 20 anos atrás. Vírus, Spams, Trojans, Malwares, Worms, Cavalos de Tróia são outros conceitos que chegaram com a difusão da Internet e os quais preferíamos não conhecer.
Um tema actual e presente na vida de todos nós.
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Tópicos para Reflexão:
  • Identifico diferenças da internet relativamente a instrumentos anteriores de comunicação, em particular, os meios de comunicação de massas.
  • Relaciono a informação da Internet com estratégias diferenciadas de diversas entidades e actores que a produzem.
  • Exploro o efeito da Internet nas configurações sociais enquanto processo especifico de apropriação das tecnologias pelas populações (por exemplo, articulação entre redes tecnológicas e redes sociais).
  • Identifico a crescente oferta de redes para a utilização da Internet com ou sem fios (por exemplo, ISP tradicional, cabo, ADSL, WiFI, etc.).
  • Compreendo as tecnologias de funcionamento de uma rede para Internet (protocolos, velocidades, etc.).
  • Exploro a instalação de uma rede WiFi num computador portátil e sua configuração de acesso seguro (através dos modos WPA e WEP ou da atribuição de números de MAC das máquinas permitidas, por exemplo).
  • Identifico o bit (contracção das palavras “dígitos binários”), o byte, o sistema binário.
  • Compreendo a conversão do sistema binário para o sistema decimal (por exemplo, explicitando o significado de se usar uma ligação à rede a 512K, 1M, 2M, etc.).
  • Exploro a manipulação, transmissão e armazenamento de informação em código binário (por exemplo, utilizando o código ASCII para explicitar um nome, ou operando uma adição em lógica de Boole).
Numa "navegação" pela Internet, encontrei um vídeo que, pela sua relação com este tema, resolvi partilhar neste espaço.
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"Este clip, publicado por Emília Miranda no blogue Netescrita, levanta a questão dos cuidados a ter com a utilização da Internet, realçando aspectos como a publicação de dados pessoais, fotografias, etc.
Destaco, também, o facto de aconselhar os adultos a navegar com os seus filhos e a deixar que os mais pequenos ensinem os pais a usar a Internet. É aqui que a Educação e Formação de Adultos assume um papel vital, na aproximação e valorização das gerações mais novas."
(in: Mittendo)


Vídeo: Cuidados a ter com a net




Sociedade: Actuo na sociedade da informação, identificando novas oportunidades de participação, bem como mecanismos de desigualdade, resultantes da (des)articulação entre redes tecnológicas e redes sociais.

Tecnologia: Actuo tendo em conta o desenvolvimento dos modos de transmissão de informação ao longo da História, relacionando-o com a evolução das estruturas sociais, a ocupação do território, etc. (por exemplo, a rede de televisão, a internet, etc.).

Ciência: Actuo em relação à evolução dos conhecimentos científicos na construção das redes (por exemplo, a estrutura celular dos telemóveis, o uso da base binária na internet).