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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

NG - Urbanismo e Mobilidade (DR4)

DR4 - Mobilidades Locais e Globais
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Reconhecer diferentes formas de mobilidade territorial – local e global – e sua evolução.
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"Desde os século XII que os portugueses se começaram a espalhar pelo mundo. Primeiro fizeram-no pela Europa (Flandres, Inglaterra, França). A partir do século XV espalharam-se por África, para depois pela América, a seguir pela Ásia e a Oceania. Em todo o lado fundaram milhares de cidades, criaram vários países ou estiveram na origem da sua independência, ajudando-nos com a sua criatividade e trabalho a desenvolverem-se."


A história da emigração em Portugal confunde-se com a sua própria história. Desde os Descobrimentos que os Portugueses começaram a conquistar novos territórios a a povoá-los.

Após a década de 60, o crescimento europeu e a necessidade de reconstrução de alguns países europeus, aliada ao regime ditatorial que se fazia sentir, mudaram o rumo das migrações e transformaram os países europeus em pólos atractivos para milhares de portugueses.

Actualmente, com a melhoria das condições económicas, Portugal deixa de ser um país repulsivo e passa a ser um país atractivo para vários imigrantes oriundos, essencialmente, dos países do Leste Europeu, África e Brasil.
O perfil/qualificação do emigrante actual é diferente do emigrante da década de 60. A qualificação, os destinos e as razões que os levam a deslocar-se sofreram algumas alterações.


No entanto, as deslocações não se verificam apenas entre países. Verificamos que dentro das fronteiras a situação é semelhante: regiões atractivas vs. regiões repulsivas; a desertificação do interior vs. a saturação das regiões do litoral.
As mobilidades globais ou as mobilidades locais acabam por nos tocar directa ou indirectamente e faz-nos reflectir sobre as razões dessa deslocação e sobre as eventuais consequências a curto, médio e longo prazo.

Um tema interessante, com uma forte ligação à história de vida de todos nós. Uma reflexão para o final de um mês, onde emigrantes regressam ao país de origem para visitar os seus familiares.
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Tópicos de exploração:
  • Identifico fluxos migratórios importantes (de entrada e saída) verificados em Portugal no século XX;
  • Relaciono esses fluxos migratórios com estruturas de oportunidades (económicas, políticas e culturais) muito assimétricas entre regiões e países.
  • Exploro características dos pólos de atracção de população (regiões em expansão) e dos pólos de repulsão (regiões deprimidas).
  • Identifico os meios de transporte utilizados nas migrações ao longo dos tempos.
  • Compreendo as alterações dos custos e tempos de transporte na estrutura das migrações (locais de origem, períodos de retorno a casa, etc.).
  • Exploro a relação entre a evolução dos meios de transporte, as evoluções tecnológicas e as configurações das migrações efectuadas (por exemplo, as alterações nos casos das migrações sazonais entre países).
  • Identifico espécies migratórias no reino animal.
  • Relaciono essas migrações com dinâmicas do ecossistema (climáticas, recursos alimentares, reprodução, etc.).
  • Exploro formas de intervenção humana que alterando o equilíbrio do ecossistema interferem nos processos migratórios.


    Video You-Tube: Migração




Sociedade: Actuo em contextos interculturais, considerando os fluxos migratórios das populações e o êxodo rural como resultado de desigualdades económicas, culturais e/ou políticas, mas geradores também de processos de (re)construção identitária e de “descoberta do outro”.

Tecnologia: Actuo compreendendo o papel da evolução tecnológica como condicionante das mobilidades, quer ao nível dos transportes e comunicações quer ao nível de possibilidades de valorização profissional.

Ciência: Actuo tendo em conta as condições que levam às mobilidades no reino animal, em geral, (condições ambientais, de reprodução e outras) e nas populações humanas em particular (condições económicas, étnicas, políticas e outras) e no sentido de reconhecer os diferentes fluxos e relações entre variáveis através do tratamento estatístico de informação.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

No fim de um ano: o Balanço

Boa Noite.

Abracei este processo há quase um ano - em Setembro de 2007. Durante estes meses foram vários os desafios. As dúvidas e as constantes incertezas na interpretação do complexo referencial (N.S.) pareciam por vezes obstáculos intransponíveis. No entanto, com a cooperação e ajuda de vários elementos relacionados com este processo, esses obstáculos foram superados.


A equipa CNO-Fundão em Dez.2007


Gostaria de agradecer a todos os elementos que caminharam neste percurso (incluindo os que entraram na equipa após a data da foto: Eduardo, Rosário e Diana). Gostaria de destacar duas pessoas excepcionais: em primero lugar, a Profissional Adelina Clemente pelo excelente trabalho e dedicação aos adultos, em segundo lugar ao "comandante", Prof. José Brito, pela excelente coordenação e por ter levado este navio a bom porto.

Um agradecimento aos avaliadores externos, João Lima e Leopoldo Rodrigues, pela partilha de informação e sugestões.

E finalmente, aos elementos mais importantes deste percurso: todos os adultos que eu acompanhei directa ou indirectamente, em particular a todos os que obtiveram certificação de nível secundário, pois neste processo de reconhecimento e de partilha de conhecimentos e experiências, a aprendizagem foi mútua:

As primeiras a cortar esta "meta":
  • Abril: Céu Pissarra e Fátima Mendes (grupo1);
Já em Julho:
  • Dia 09.07.2008: Artur Aguamel; Beatriz Branco; Irene Gonçalves; Joaquim Barroca; Luís Castanheira; Carlos Farinha; Carlos Figueira; Ana Paula Figueira; Helena Bento e Carlos Barrocas;
    Dia 18.07.2008: Cecília Nobre; José Girão e Matutina Daniel;
  • Dia 19.07.2008: Delfina Roque; Ana Maria Nascimento; Madalena Carvalho; António Carvalho e Isabel Moreira;
  • Dia 21.07.2008: Pedro Martins; Hélio Garcia; Bárbara Frazão; Hélder Mota; Cidália Morgadinho; Fernanda Morgadinho; Daniel Martins e Fátima Ambrósio; Fátima Santos; Irene Paula Lemos e Margarida Dias;
  • Dia 22.07.2008: Mª Manuela Duarte; Pedro Mesquita; Cristina Afonso e Isabel Almeida;
  • Dia 29.07.2008: Filomena Nunes; José Carlos Duarte; José Guerra e Cristina Esteves;

Também aos que obtiveram a validação parcial das suas competência e que optaram por continuar a sua aprendizagem em diversos cursos EFA (Patrícia Nunes, José Gravito, Pedro Nunes, Helena Marques, Nelson Magalhães, Nelson Costa, David Fernandes, Luís Matos e Hélder Vicente) desejo sucesso e felicidades.

A todos os que aqui foram mencionados e a tantos outros que partilharam as suas opiniões em diversos espaços na internet para uma maior compreensão deste processo...

Obrigado!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Aquecimento Global

As alterações climáticas através de dois filmes:

"Uma verdade inconveniente" (An inconvenient truth), segundo Al Gore



"Um dia depois de amanhã" (The day After Tomorrow),

quinta-feira, 10 de julho de 2008

NG - Urbanismo e Mobilidade (DR1)

DR1 - Construção e Arquitectura

Associar conceitos de construção e arquitectura à integração social e à melhoria do bem-estar individual.


Imagem retirada do blog:
"Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar."

(Artº 65 - Constituição da Republica Portuguesa)

Deixo, para reflexão, um tema do Núcleo Gerador "Urbanismo e Mobilidade" e o artigo 65 da CRP:


  • Identifico diferentes espaços funcionais nos alojamentos em função de tradições socioculturais e/ou estilos de vida?
  • Exploro tecnologias inovadoras utilizadas nos materiais de construção e reflicto sobre a introdução de novos materiais como meio para melhorar as condições de habitabilidade e durabilidade das habitações e redução de custos.
  • Reflicto sobre a forma como a ciência infere na evolução de novos materiais de construção (Ex.: tintas ecológicas, isolantes reciclados).
  • Sou capaz de estimar quantidades de materiais a utilizar em função das áreas e exploro os diferentes tipos de materiais, adoptando aqueles que melhor se adequam a certas especificidades (p.ex.: resistência ao esforço)




Sociedade: Actuo no plano da construção e arquitectura dos espaços físicos, identificando diferentes tipos de alojamento familiar associados a modos de vida particulares, no sentido da melhoria do bem-estar social, da qualidade de vida e da integração sociocultural.

Tecnologia: Actuo ao nível das tecnologias inovadoras de construção na optimização das condições de habitabilidade e arquitectura ajustadas (por exemplo, os materiais isolantes térmicos e acústicos, arquitecturas ecológicas, promoção de acessibilidades).

Ciência: Actuo ao nível das propriedades dos materiais, tradicionais e modernos, em função das necessidades e qualidade da construção (por exemplo, tintas ecológicas, isolantes reciclados, etc.) e/ou ao nível das quantidades desses materiais em função das áreas ou volumes em que serão utilizados.

terça-feira, 1 de julho de 2008

A criança que calou o mundo ...

Este vídeo mostra uma criança Canadiana que discursou na conferência das Nações Unidas, no Rio de Janeiro, chamando a atenção dos adultos para os erros sistemáticos que nós, humanos, temos feito ao Mundo.

Uma intervenção simplesmente genial...

NG - Ambiente e Sustentabilidade (DR2)

DR2 - Resíduos e Reciclagens


Incluir processos de valorização e tratamento de resíduos nas medidas de segurança e preservação ambiental


Deixo, para reflexão, um vídeo sobre o tema "Resíduos e Reciclagens".


O que é que cada um de nós faz, nos diferentes contextos em que estamos inseridos, para minimizar a poluição e melhorar a segurança ambiental e a qualidade de vida?


Reconheço as consequências ambientais resultantes do não tratamento dos resíduos?



Sociedade: Actuo a nível individual, tendo em conta as diferentes ocupações profissionais relacionadas com a recolha e tratamento de resíduos e as posições ocupadas na estrutura social, no sentido de incrementar trajectórias de mobilidade social ascendente.



Tecnologia: Actuo sobre a produção, tratamento e valorização de resíduos numa base técnico-profissional de forma a detectar melhorias possíveis e meios de as concretizar, com vista à redução da poluição e dos consumos energéticos, e do aumento da segurança.



Ciência: Actuo relativamente aos princípios científicos químicos, físicos e biológicos em que assenta a reciclagem e o tratamento e valorização de resíduos.

sábado, 7 de junho de 2008

NG - Saberes Fundamentais (DR4)

DR4 - Leis e Modelos Científicos
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Mobilizar o saber formal na interpretação de leis e modelos científicos num contexto de coexistência de estabilidade e mudança.

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"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".

Lavoisier


Vivemos numa sociedade em constante evolução, com vários modelos, grupos e instituições com características únicas (relacionadas com processos tecnológicos, económicos, culturais e políticos) , mas em constante interacção.

A evolução tecnológica tem consequências no desenvolvimento social e permite-nos compreender melhor o universo, do micro ao macro cosmo.



Deixo um vídeo que nos leva a uma pequena viagem no universo, reconhecendo que esta viagem só é possível graças à evolução da tecnologia e da própria ciência.


Solicito a participação de todos para descodificação deste tema (o mais complexo do referencial).

Vídeo: Uma viagem ao universo






Sociedade: Actuo perante fenómenos sociais complexos, concebendo-os como resultado de evoluções históricas e adoptando configurações diversas consoante as sociedades e/ou os grupos sociais.


Tecnologia: Actuo de forma a compreender que as soluções técnicas têm validade limitada e que têm tendência a mudar, tal como muda a ciência e a própria sociedade.


Ciência: Actuo tendo em conta que se vive num mundo onde coexistem leis científicas de invariância (que valorizam a estabilidade) e leis científicas de evolução (que apontam para a mudança), reconhecendo, em particular e no caso da matemática, esta dualidade nos invariantes geométricos e nos aspectos dinâmicos associados à noção de derivada.



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