segunda-feira, 28 de março de 2011

Predador - Perigos da Internet

Para divulgar pelas escolas, filhos e netos.
 
Na sociedade de hoje, cada vez mais tecnológica, o perigo pode começar mesmo dentro de casa...
Um filme que pretende alertar para o perigos da internet e de deixar as crianças sem supervisão.

sábado, 26 de março de 2011

Coaching e acompanhamento no processo RVCC NERCAB

No passado dia 15 de Fevereiro, decorreu no Centro Novas Oportunidades do Nercab de Castelo Branco, um colóquio com o lema “Coaching para a excelência”


O que é o Coaching?
O Coaching pode definir-se como uma relação profissional contínua, orientada para o objectivo do cliente inicialmente acordado, ajudando-o a produzir resultados extraordinários na sua vida, carreira, negócios e organizações.
Este é um processo de acompanhamento contínuo, centrado e conduzido pelo cliente, que permite que este defina e atinja metas associadas ao seu desenvolvimento pessoal e profissional, alcançando resultados extraordinários. Neste processo, são utilizadas um conjunto de ferramentas (através de perguntas adequadas) para assistir/acompanhar o Cliente no seu processo de introspecção que passa por três fases essenciais: consciencialização do cliente (qual situação actual e da situação desejada); responsabilização (como alcançar a situação desejada e quais as etapas e prioridades); compromisso (quando avançar na implementação das etapas definidas).
Deste modo, o coaching promove a descoberta interior, o autoconhecimento, autonomia potenciando a auto-confiança e auto-estima.

Atitude Coach no processo de RVCC?
Assim, numa associação do coaching com o processo de reconhecimento de competências, é fundamental que as equipas que acompanham os adultos nas suas “viagens”, promovendo a consciencialização, responsabilização perante os objectivos por eles propostos, bem como o seu compromisso efectivo para a sua implementação, apoiando-os na sua viagem de auto-descoberta, através da adoptação de uma atitude focada no outro, ajudando-o a descobrir as suas potencialidades, utilizando uma escuta activa, perguntas adequadas, gerando um espaço de pensamento e reflexão, numa tónica de melhoria e superação.

Foi com uma enorme satisfação que me deparei com uma equipa bastante participativa, proactiva, e com vontade de que os seus adultos atinjam resultados extraordinários nos vários contextos de actuação.


Cristina Santos Pinto
(Coach Profissional & Coaching Trainer)
com Certificação Internacional, pela International School of Professional Coaching

quinta-feira, 17 de março de 2011

Perfil do Educador Optimista

 1. O educador optimista é aquele que por melhor que seja pode sempre melhorar.

2. O educador optimista é aquele que acredita que a mudança é possível em qualquer momento da carreira profissional e da vida.

3. O educador optimista é aquele que sabe que a forma como olha, interpreta e sente a realidade determina em muito essa mesma realidade.

4. O educador optimista é aquele que, em Portugal, vai contra a cultura do desânimo e da crítica.

5. O educador optimista é aquele que olha para o futuro, mais do que para o passado.

6. O educador optimista é aquele que acredita que “o destino não está marcado”.

7. O educador optimista é aquele que acredita que pode – e deve – transformar sonhos em realidades.

8. O educador optimista é aquele que nunca esquece que tem nas mãos uma parte central de seu próprio futuro e do dos seus educandos.

9. O educador optimista é aquele que se conhece bem e que sabe o que faz e porque o faz; é por isso que transforma cada acto educativo numa tomada de decisão bem alicerçada.

10. O educador optimista é aquele que “pensa positivo”, vendo o melhor e esperando o melhor.

11. O educador optimista é o que sabe que os insucessos podem ser experiências de aprendizagem óptimas.

12. O educador optimista é aquele que gosta de si, se aprecia e se auto-elogia.

13. O educador optimista é aquele que atenta na construção da imagem positiva dos seus educandos e se assegura que eles acreditam nas suas potencialidades, valorizando-os permanentemente, aceitando-os nas suas insuficiências e perdoando-os nas suas imperfeições.

14. O educador optimista é aquele que sabe que os outros têm sempre boas razões para se comportarem como se comportam, e que mesmo nas pessoas ou situações mais difíceis é possível ver talentos e excelências.

15. O educador optimista é aquele que sabe que as melhorias têm que começar por si próprio.

16. O educador optimista é o que sabe lidar de forma controlada e sem abuso com as emoções mais negativas que os seus educandos lhe provocam.

17. O educador optimista é o que sabe comunicar com eficácia, ouvindo-se interiormente e ouvindo mais do que falando, respeitando mais do que impondo.

18. O educador optimista é o que sabe transformar problemas em desafios e limitações em energia geradora de soluções.

19. O educador optimista é o que transmite e vivencia, com o corpo e as palavras, alegria, felicidade e entusiasmo.
Fonte – Educar para o optimismo;
Autores – Marujo, Neto & Perloiro.

Atitude Coach: Perfil do Educador Optimista

Atitude Coach: Perfil do Educador Optimista: "1. O educador optimista é aquele que por melhor que seja pode sempre melhorar. 2. O educador optimista é aquele que acredita que a mudança é..."

segunda-feira, 14 de março de 2011

O que é o Coaching?

O coaching corresponde a uma buzzword recente no domínio da liderança. A sua prática, no entanto, é antiga. Corresponde a actuações do líder norteadas por um valor supremo: ajudar os outros a trilharem o seu próprio caminho de autodesenvolvimento. Estamos, portanto, perante um entendimento da liderança baseado numa relação "adulto-adulto". Já não é ao líder que compete descobrir o que é melhor para os subordinados - isso é algo que compete a cada um deles. Cabe-lhe ajudar cada colaborador a descobrir a forma de expressar melhor os seus talentos. Dois significados do termo coaching ajudam a compreender a sua aplicação ao mundo das organizações: por um lado, coach é o treinador, aquele que ajuda os seus pupilos a desenvolverem as suas capacidades. Por outro, é um meio de transporte, o que explica o processo de autodesenvolvimento como uma viagem de descoberta e melhoria.

O coaching pode ser tomado como um processo que visa fomentar no colaborador o conhecimento de si mesmo e impulsionar o desejo de melhorar ao longo do tempo, bem como a orientação necessária para que a mudança se produza.

Trata-se, portanto, de uma filosofia de liderança que assenta na ideia de que o desenvolvimento e a aquisição de competências são processos contínuos e da responsabilidade de todos, e não apenas episódios limitados no tempo e espoletados pela hierarquia. A lógica do coaching tende pois a ser privilegiada nas organizações genuinamente aprendentes, nas quais a responsabilidade pelo desenvolvimento é pessoal, embora apoiada e enquadrada pela organização.

Como actua, na prática, um coach na relação com o seu colaborador? Múltiplas acções podem ser consideradas:

- Ajuda-o a aprender - mais do que ensina; ajuda-o a descortinar as áreas em que o seu potencial de desenvolvimento é maior; ajuda-o a desenvolver a sua inteligência emocional; ajuda-o a fazer opções, a descortinar e a definir as suas metas; ajuda-o a analisar os erros, as suas raízes e os modos de ultrapassá-los; coloca-se ao serviço - não controla; faculta-lhe as pistas que lhe permitam superar-se a si próprio; faculta-lhe guias de actuação, informações e pistas que lhe permitam optar e decidir; faz-lhe crítica construtiva, fornece-lhe feedback; gera-lhe orgulho nas realizações e reconhece-lhe o mérito; impele-o a aproveitar todo o seu potencial; inspira confiança, monitoriza o seu desempenho, motiva-o, não lhe impõe soluções, não julga, reconhece a independência e a autonomia do colaborador; é competente e empenhado; é prudente; respeita-o e é sincero na relação; transmite-lhe desafios concretizáveis, assim como sentimentos de segurança; revela abertura de espírito; e é paciente - mas sem perder o norte na proactividade.

Em suma, o coaching refere-se a uma categoria de comportamentos assentes num claro conjunto de valores, nomeadamente: autodesenvolvimento, respeito, autonomia. A sua popularidade "explode", não por acaso, num momento em que os elevados níveis de educação dos profissionais tornam desaconselhados os modelos tradicionais de chefia, nos quais um mandava e outro obedecia. O coaching é, nesta perspectiva, mais um sintoma da grande mudança em curso no mundo das empresas que têm no conhecimento o seu recurso principal: organizações complexas com pessoas simples vão dando lugar a organizações simples com pessoas complexas - e capazes de apostar no seu próprio desenvolvimento, com o apoio da organização onde trabalham, para bem do seu emprego actual e da sua empregabilidade futura.