Páginas

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

NG - Tecnologias de Informação e Comunicação (DR4)

DR4 - Redes e Tecnologias
__________________________________________________________

Relacionar a evolução das redes tecnológicas com as redes sociais.
__________________________________________________________


A Internet é uma das mais importantes invenções do último século. Uma excelente ferramenta para pesquisa de informação e para comunicação que entrou na vida de todos nós e da qual criámos alguma dependência: "O que seria de nós sem Internet?".


Chat's, Fóruns, Blogs, Email (Gmail; Hotmail, Portugalmail ...), Twitter, Youtube, Messenger, Google são algumas das ferramentas mais utilizadas e conceitos completamente desconhecidos (ou mesmo inexistentes) se fizermos uma pequena viagem a 10 ou 20 anos atrás. Vírus, Spams, Trojans, Malwares, Worms, Cavalos de Tróia são outros conceitos que chegaram com a difusão da Internet e os quais preferíamos não conhecer.
Um tema actual e presente na vida de todos nós.
--
Tópicos para Reflexão:
  • Identifico diferenças da internet relativamente a instrumentos anteriores de comunicação, em particular, os meios de comunicação de massas.
  • Relaciono a informação da Internet com estratégias diferenciadas de diversas entidades e actores que a produzem.
  • Exploro o efeito da Internet nas configurações sociais enquanto processo especifico de apropriação das tecnologias pelas populações (por exemplo, articulação entre redes tecnológicas e redes sociais).
  • Identifico a crescente oferta de redes para a utilização da Internet com ou sem fios (por exemplo, ISP tradicional, cabo, ADSL, WiFI, etc.).
  • Compreendo as tecnologias de funcionamento de uma rede para Internet (protocolos, velocidades, etc.).
  • Exploro a instalação de uma rede WiFi num computador portátil e sua configuração de acesso seguro (através dos modos WPA e WEP ou da atribuição de números de MAC das máquinas permitidas, por exemplo).
  • Identifico o bit (contracção das palavras “dígitos binários”), o byte, o sistema binário.
  • Compreendo a conversão do sistema binário para o sistema decimal (por exemplo, explicitando o significado de se usar uma ligação à rede a 512K, 1M, 2M, etc.).
  • Exploro a manipulação, transmissão e armazenamento de informação em código binário (por exemplo, utilizando o código ASCII para explicitar um nome, ou operando uma adição em lógica de Boole).
Numa "navegação" pela Internet, encontrei um vídeo que, pela sua relação com este tema, resolvi partilhar neste espaço.
-
"Este clip, publicado por Emília Miranda no blogue Netescrita, levanta a questão dos cuidados a ter com a utilização da Internet, realçando aspectos como a publicação de dados pessoais, fotografias, etc.
Destaco, também, o facto de aconselhar os adultos a navegar com os seus filhos e a deixar que os mais pequenos ensinem os pais a usar a Internet. É aqui que a Educação e Formação de Adultos assume um papel vital, na aproximação e valorização das gerações mais novas."
(in: Mittendo)


Vídeo: Cuidados a ter com a net




Sociedade: Actuo na sociedade da informação, identificando novas oportunidades de participação, bem como mecanismos de desigualdade, resultantes da (des)articulação entre redes tecnológicas e redes sociais.

Tecnologia: Actuo tendo em conta o desenvolvimento dos modos de transmissão de informação ao longo da História, relacionando-o com a evolução das estruturas sociais, a ocupação do território, etc. (por exemplo, a rede de televisão, a internet, etc.).

Ciência: Actuo em relação à evolução dos conhecimentos científicos na construção das redes (por exemplo, a estrutura celular dos telemóveis, o uso da base binária na internet).

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

NG - Urbanismo e Mobilidade (DR4)

DR4 - Mobilidades Locais e Globais
__________________________________________________

Reconhecer diferentes formas de mobilidade territorial – local e global – e sua evolução.
__________________________________________________

"Desde os século XII que os portugueses se começaram a espalhar pelo mundo. Primeiro fizeram-no pela Europa (Flandres, Inglaterra, França). A partir do século XV espalharam-se por África, para depois pela América, a seguir pela Ásia e a Oceania. Em todo o lado fundaram milhares de cidades, criaram vários países ou estiveram na origem da sua independência, ajudando-nos com a sua criatividade e trabalho a desenvolverem-se."


A história da emigração em Portugal confunde-se com a sua própria história. Desde os Descobrimentos que os Portugueses começaram a conquistar novos territórios a a povoá-los.

Após a década de 60, o crescimento europeu e a necessidade de reconstrução de alguns países europeus, aliada ao regime ditatorial que se fazia sentir, mudaram o rumo das migrações e transformaram os países europeus em pólos atractivos para milhares de portugueses.

Actualmente, com a melhoria das condições económicas, Portugal deixa de ser um país repulsivo e passa a ser um país atractivo para vários imigrantes oriundos, essencialmente, dos países do Leste Europeu, África e Brasil.
O perfil/qualificação do emigrante actual é diferente do emigrante da década de 60. A qualificação, os destinos e as razões que os levam a deslocar-se sofreram algumas alterações.


No entanto, as deslocações não se verificam apenas entre países. Verificamos que dentro das fronteiras a situação é semelhante: regiões atractivas vs. regiões repulsivas; a desertificação do interior vs. a saturação das regiões do litoral.
As mobilidades globais ou as mobilidades locais acabam por nos tocar directa ou indirectamente e faz-nos reflectir sobre as razões dessa deslocação e sobre as eventuais consequências a curto, médio e longo prazo.

Um tema interessante, com uma forte ligação à história de vida de todos nós. Uma reflexão para o final de um mês, onde emigrantes regressam ao país de origem para visitar os seus familiares.
--- --- ---
Tópicos de exploração:
  • Identifico fluxos migratórios importantes (de entrada e saída) verificados em Portugal no século XX;
  • Relaciono esses fluxos migratórios com estruturas de oportunidades (económicas, políticas e culturais) muito assimétricas entre regiões e países.
  • Exploro características dos pólos de atracção de população (regiões em expansão) e dos pólos de repulsão (regiões deprimidas).
  • Identifico os meios de transporte utilizados nas migrações ao longo dos tempos.
  • Compreendo as alterações dos custos e tempos de transporte na estrutura das migrações (locais de origem, períodos de retorno a casa, etc.).
  • Exploro a relação entre a evolução dos meios de transporte, as evoluções tecnológicas e as configurações das migrações efectuadas (por exemplo, as alterações nos casos das migrações sazonais entre países).
  • Identifico espécies migratórias no reino animal.
  • Relaciono essas migrações com dinâmicas do ecossistema (climáticas, recursos alimentares, reprodução, etc.).
  • Exploro formas de intervenção humana que alterando o equilíbrio do ecossistema interferem nos processos migratórios.


    Video You-Tube: Migração




Sociedade: Actuo em contextos interculturais, considerando os fluxos migratórios das populações e o êxodo rural como resultado de desigualdades económicas, culturais e/ou políticas, mas geradores também de processos de (re)construção identitária e de “descoberta do outro”.

Tecnologia: Actuo compreendendo o papel da evolução tecnológica como condicionante das mobilidades, quer ao nível dos transportes e comunicações quer ao nível de possibilidades de valorização profissional.

Ciência: Actuo tendo em conta as condições que levam às mobilidades no reino animal, em geral, (condições ambientais, de reprodução e outras) e nas populações humanas em particular (condições económicas, étnicas, políticas e outras) e no sentido de reconhecer os diferentes fluxos e relações entre variáveis através do tratamento estatístico de informação.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

No fim de um ano: o Balanço

Boa Noite.

Abracei este processo há quase um ano - em Setembro de 2007. Durante estes meses foram vários os desafios. As dúvidas e as constantes incertezas na interpretação do complexo referencial (N.S.) pareciam por vezes obstáculos intransponíveis. No entanto, com a cooperação e ajuda de vários elementos relacionados com este processo, esses obstáculos foram superados.


A equipa CNO-Fundão em Dez.2007


Gostaria de agradecer a todos os elementos que caminharam neste percurso (incluindo os que entraram na equipa após a data da foto: Eduardo, Rosário e Diana). Gostaria de destacar duas pessoas excepcionais: em primero lugar, a Profissional Adelina Clemente pelo excelente trabalho e dedicação aos adultos, em segundo lugar ao "comandante", Prof. José Brito, pela excelente coordenação e por ter levado este navio a bom porto.

Um agradecimento aos avaliadores externos, João Lima e Leopoldo Rodrigues, pela partilha de informação e sugestões.

E finalmente, aos elementos mais importantes deste percurso: todos os adultos que eu acompanhei directa ou indirectamente, em particular a todos os que obtiveram certificação de nível secundário, pois neste processo de reconhecimento e de partilha de conhecimentos e experiências, a aprendizagem foi mútua:

As primeiras a cortar esta "meta":
  • Abril: Céu Pissarra e Fátima Mendes (grupo1);
Já em Julho:
  • Dia 09.07.2008: Artur Aguamel; Beatriz Branco; Irene Gonçalves; Joaquim Barroca; Luís Castanheira; Carlos Farinha; Carlos Figueira; Ana Paula Figueira; Helena Bento e Carlos Barrocas;
    Dia 18.07.2008: Cecília Nobre; José Girão e Matutina Daniel;
  • Dia 19.07.2008: Delfina Roque; Ana Maria Nascimento; Madalena Carvalho; António Carvalho e Isabel Moreira;
  • Dia 21.07.2008: Pedro Martins; Hélio Garcia; Bárbara Frazão; Hélder Mota; Cidália Morgadinho; Fernanda Morgadinho; Daniel Martins e Fátima Ambrósio; Fátima Santos; Irene Paula Lemos e Margarida Dias;
  • Dia 22.07.2008: Mª Manuela Duarte; Pedro Mesquita; Cristina Afonso e Isabel Almeida;
  • Dia 29.07.2008: Filomena Nunes; José Carlos Duarte; José Guerra e Cristina Esteves;

Também aos que obtiveram a validação parcial das suas competência e que optaram por continuar a sua aprendizagem em diversos cursos EFA (Patrícia Nunes, José Gravito, Pedro Nunes, Helena Marques, Nelson Magalhães, Nelson Costa, David Fernandes, Luís Matos e Hélder Vicente) desejo sucesso e felicidades.

A todos os que aqui foram mencionados e a tantos outros que partilharam as suas opiniões em diversos espaços na internet para uma maior compreensão deste processo...

Obrigado!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Aquecimento Global

As alterações climáticas através de dois filmes:

"Uma verdade inconveniente" (An inconvenient truth), segundo Al Gore



"Um dia depois de amanhã" (The day After Tomorrow),

quinta-feira, 10 de julho de 2008

NG - Urbanismo e Mobilidade (DR1)

DR1 - Construção e Arquitectura

Associar conceitos de construção e arquitectura à integração social e à melhoria do bem-estar individual.


Imagem retirada do blog:
"Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar."

(Artº 65 - Constituição da Republica Portuguesa)

Deixo, para reflexão, um tema do Núcleo Gerador "Urbanismo e Mobilidade" e o artigo 65 da CRP:


  • Identifico diferentes espaços funcionais nos alojamentos em função de tradições socioculturais e/ou estilos de vida?
  • Exploro tecnologias inovadoras utilizadas nos materiais de construção e reflicto sobre a introdução de novos materiais como meio para melhorar as condições de habitabilidade e durabilidade das habitações e redução de custos.
  • Reflicto sobre a forma como a ciência infere na evolução de novos materiais de construção (Ex.: tintas ecológicas, isolantes reciclados).
  • Sou capaz de estimar quantidades de materiais a utilizar em função das áreas e exploro os diferentes tipos de materiais, adoptando aqueles que melhor se adequam a certas especificidades (p.ex.: resistência ao esforço)




Sociedade: Actuo no plano da construção e arquitectura dos espaços físicos, identificando diferentes tipos de alojamento familiar associados a modos de vida particulares, no sentido da melhoria do bem-estar social, da qualidade de vida e da integração sociocultural.

Tecnologia: Actuo ao nível das tecnologias inovadoras de construção na optimização das condições de habitabilidade e arquitectura ajustadas (por exemplo, os materiais isolantes térmicos e acústicos, arquitecturas ecológicas, promoção de acessibilidades).

Ciência: Actuo ao nível das propriedades dos materiais, tradicionais e modernos, em função das necessidades e qualidade da construção (por exemplo, tintas ecológicas, isolantes reciclados, etc.) e/ou ao nível das quantidades desses materiais em função das áreas ou volumes em que serão utilizados.

terça-feira, 1 de julho de 2008

A criança que calou o mundo ...

Este vídeo mostra uma criança Canadiana que discursou na conferência das Nações Unidas, no Rio de Janeiro, chamando a atenção dos adultos para os erros sistemáticos que nós, humanos, temos feito ao Mundo.

Uma intervenção simplesmente genial...

NG - Ambiente e Sustentabilidade (DR2)

DR2 - Resíduos e Reciclagens


Incluir processos de valorização e tratamento de resíduos nas medidas de segurança e preservação ambiental


Deixo, para reflexão, um vídeo sobre o tema "Resíduos e Reciclagens".


O que é que cada um de nós faz, nos diferentes contextos em que estamos inseridos, para minimizar a poluição e melhorar a segurança ambiental e a qualidade de vida?


Reconheço as consequências ambientais resultantes do não tratamento dos resíduos?



Sociedade: Actuo a nível individual, tendo em conta as diferentes ocupações profissionais relacionadas com a recolha e tratamento de resíduos e as posições ocupadas na estrutura social, no sentido de incrementar trajectórias de mobilidade social ascendente.



Tecnologia: Actuo sobre a produção, tratamento e valorização de resíduos numa base técnico-profissional de forma a detectar melhorias possíveis e meios de as concretizar, com vista à redução da poluição e dos consumos energéticos, e do aumento da segurança.



Ciência: Actuo relativamente aos princípios científicos químicos, físicos e biológicos em que assenta a reciclagem e o tratamento e valorização de resíduos.