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terça-feira, 11 de setembro de 2018

Orçamento Familiar

Competência: Organizar orçamentos familiares tendo em conta a influência dos impostos e os produtos e serviços financeiros disponíveis
  • Sociedade: Actuar na elaboração de orçamentos familiares de acordo com as características e composições dos agregados, identificando rubricas de despesas e receitas e compreendendo a sua utilização no sentido da redução do endividamento das famílias e indivíduos.
  • Tecnologia: Actuar na gestão dos bens familiares recorrendo ponderadamente a meios técnicos e a produtos financeiros diferenciados adequados à optimização do rendimento disponível.
  • Ciência: Actuar em situações da gestão do orçamento familiar usando conheci- mentos de contabilidade e de aplicações matemáticas.




Sociedade
  • Tipo I – Identificar diferenças nos rendimentos médios das famílias consoante as suas actividades profissionais.
  • Tipo II – Compreender as diferentes categorias de rendimentos das famílias e a estrutura de tributação fiscal relacionando-as com as respectivas origens (por exemplo, no caso de declaração IRS: o trabalho por conta de outrem A; trabalho independente B; predial – H; mais-valias – G).
  • Tipo III – Explorar diferentes formas de conseguir combater a evasão fiscal com vista a uma maior justiça social (por exemplo, cruzamento de dados através de sistemas informáticos).


Tecnologia
  • Tipo I – Identificar diferentes tipos de crédito (consumo, habitação, automóvel) e os organismos que os promovem.
  • Tipo II – Compreender as diferentes condições de crédito, comparando taxas de juro efectivas (spread e regras de cálculo), prazos de pagamento e benefícios associados.
  • Tipo III – Explorar formas de redução do endividamento das famílias e/ou de poupança e investimento mais institucionais (ex: PPR, PPH, PPA) ou mais produtivas (ex: abertura de uma empresa, aquisição de uma propriedade).


Ciência
  • Tipo I – Identificar despesas e receitas de um orçamento familiar.
  • Tipo II – Aplicar rubricas orçamentais a novos custos e/ou receitas de acordo com procedimentos contabilísticos elementares.
  • Tipo III – Projectar a médio prazo, através de cálculos de estimativa de despesas e receitas investimentos familiares com viabilidade financeira.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Não Desistas, por Portugal

Portugal precisa de ganhar o entusiasmo e a motivação, precisa de levantar o ânimo precisa de pessoas empenhadas no seu trabalho, na sua missão e no futuro!
Precisamos de pessoas que mesmo perante as adversidades do dia-a-dia continuem a lutar e a sorrir por um Futuro Melhor!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Leituras

Biografia de Steve Jobs, por Walter Isaacson: 
Baseado em mais de quarenta entrevistas com Steve Jobs ao longo de dois anos – e entrevistas com familiares, amigos, colegas. Narra a vida atribulada do empresário extremamente inventivo e de personalidade forte e polémica, cuja paixão pela perfeição e cuja energia indomável revolucionaram seis grandes indústrias: a computação pessoal, o cinema de animação, a música, as telecomunicações móvel, a computação em tablet e a edição digital.

Steve Jobs - biografia (Walter Isaacson)
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sábado, 2 de junho de 2012

MF24 Covilhã - Atreve-te a mudar. Sê dono do teu futuro.


Atreve-te a mudar. Sê dono do teu futuro: MF24 - Meu Futuro em 24 horas
O melhor do mundo são as Pessoas. E é com esta base que estamos dinamizar e a divulgar o projecto MF24, o qual decorrerá na Covilhã nos próximos dias 8 e 9 de Junho, no Grande Auditório da Faculdade de Ciências da Saúde (UBI).
O que é o MF24?
O mf24 é um ciclo de palestras, ateliers práticos, workshops e networking que pretende munir os participantes com competências que os favoreçam na procura activa de emprego e fomentar o empreendedorismo. É uma injecção empreendedora, não só do ponto de vista networking, mas também de um ponto de vista de valorização pessoal: cada um de nós tem que se reinventar, criando os seus próprios caminhos e agarrando as oportunidades, com espaços para o desenvolvimento de contactos e partilha de ideias e experiências.
Objectivos
Este projecto tem por base 
- Proporcionar um evento gratuito, formativo, dinâmico e interactivo
- Sensibilizar os participantes para a necessidade de serem os agentes activos da sua própria mudança
- Potenciar um espírito de participação, iniciativa e liderança
- Aproximar as empresas de possíveis colaboradores - gerar empregabilidade
- Fomentar o networking
- Promover o debate de ideia
Em suma:
- Transmitir aos jovens exemplos de sucesso, através do testemunho de um elenco de palestrantes das mais diversas áreas, e com diferentes faixas etárias do saber;
 - Incentivar os jovens a terem uma atitude empreededora na vida, a serem proactivos e os agentes principais da sua própria mudança.
- Mudar mentalidades e maximizar a responsabilidade própria de lutar por uma vida melhor

Atreve-te a saber mais.
Ver Programa.
Preencher inscrição.

 A participação no evento é gratuita, mas sujeita a inscrições, por questões logísticas 

Mais Informações:

Convictos que, com a sinergia de todos construímos um Melhor Futuro
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segunda-feira, 5 de março de 2012

Mexa-se por amor à sua saúde




Sociedade: Actuo nos comportamentos sociais face aos cuidados básicos de saúde, tendo em conta a sua associação a contextos socioculturais, práticas de sociabilidade e processos culturais e económicos específicos.

Tecnologia: Actuo quotidianamente de acordo com as necessidades básicas de saúde (exercício, alimentação e lazer) adoptando produtos e procedimentos que se ajustem a situações específicas e ao modo de vida.

Ciência: Actuo com conhecimento das necessidades específicas do organismo em função da idade, tipo de actividade e estado de saúde, evitando comportamentos desajustados.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Michael Jackson - Earth Song (traduzido)

Que planeta queremos deixar para as gerações futuras?
Vale a pena ver e reflectir sobre isso e vamos deixar um planeta igual ou melhor do que o encontrámos ...



Sociedade: Actuo na interacção com as variáveis climáticas, reconhecendo que os grupos sociais, as regiões e os modos de produção podem ter modos diferenciados de relação com o ambiente.

Tecnologia: Actuo em ligação com o processo de evolução das tecnologias e sua consequência na estabilidade ambiental e em particular na evolução climática.

Ciência: Actuo tendo em conta os conhecimentos científicos relativos à história e evolução da Terra, e também ao papel da intervenção humana (por exemplo, relacionar a dependência climática com as grandes erupções vulcânicas, com a revolução industrial, etc.) sendo capaz de reconhecer correlações estatísticas entre os diversos factores envolvidos.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Universo - Constituição e Interacção

o universo

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Agricultura

A Agricultura foi o tema central da Grande Reportagem da SIC, no dia 08/05/2011, que abordou a produção agrícola nacional, bem como o peso das exportações de vários produtos, desde os alhos aos cereais.
O que é que produzimos?
Qual a importância de escolher produtos "made in Portugal"?







Sociedade: Actuar ao nível das dinâmicas de desenvolvimento local e regional, em contextos urbanos e rurais, compreendendo a evolução das actividades económicas e os processos de transformação sociocultural num dado território, relacionando-as com as mudanças nas profissões e nos modos de vida das populações.

Tecnologia: Actuar na exploração dos recursos naturais (zonas de agricultura, piscatórias, mineiras), ou nos locais de grande comercialização e consumo (centros urbanos), com conhecimento dos meios técnicos adequados, tradicionais ou inovadores.

Ciência: Actuar na vida profissional com conhecimento do modo de actuação dos processos químicos, biológicos e técnicos de produção, em zonas rurais ou urbanas, de modo a salvaguardar e manter o equilíbrio no ambiente e no bem-estar das diferentes comunidades.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Predador - Perigos da Internet

Para divulgar pelas escolas, filhos e netos.
 
Na sociedade de hoje, cada vez mais tecnológica, o perigo pode começar mesmo dentro de casa...
Um filme que pretende alertar para o perigos da internet e de deixar as crianças sem supervisão.

sábado, 26 de março de 2011

Coaching e acompanhamento no processo RVCC NERCAB

No passado dia 15 de Fevereiro, decorreu no Centro Novas Oportunidades do Nercab de Castelo Branco, um colóquio com o lema “Coaching para a excelência”


O que é o Coaching?
O Coaching pode definir-se como uma relação profissional contínua, orientada para o objectivo do cliente inicialmente acordado, ajudando-o a produzir resultados extraordinários na sua vida, carreira, negócios e organizações.
Este é um processo de acompanhamento contínuo, centrado e conduzido pelo cliente, que permite que este defina e atinja metas associadas ao seu desenvolvimento pessoal e profissional, alcançando resultados extraordinários. Neste processo, são utilizadas um conjunto de ferramentas (através de perguntas adequadas) para assistir/acompanhar o Cliente no seu processo de introspecção que passa por três fases essenciais: consciencialização do cliente (qual situação actual e da situação desejada); responsabilização (como alcançar a situação desejada e quais as etapas e prioridades); compromisso (quando avançar na implementação das etapas definidas).
Deste modo, o coaching promove a descoberta interior, o autoconhecimento, autonomia potenciando a auto-confiança e auto-estima.

Atitude Coach no processo de RVCC?
Assim, numa associação do coaching com o processo de reconhecimento de competências, é fundamental que as equipas que acompanham os adultos nas suas “viagens”, promovendo a consciencialização, responsabilização perante os objectivos por eles propostos, bem como o seu compromisso efectivo para a sua implementação, apoiando-os na sua viagem de auto-descoberta, através da adoptação de uma atitude focada no outro, ajudando-o a descobrir as suas potencialidades, utilizando uma escuta activa, perguntas adequadas, gerando um espaço de pensamento e reflexão, numa tónica de melhoria e superação.

Foi com uma enorme satisfação que me deparei com uma equipa bastante participativa, proactiva, e com vontade de que os seus adultos atinjam resultados extraordinários nos vários contextos de actuação.


Cristina Santos Pinto
(Coach Profissional & Coaching Trainer)
com Certificação Internacional, pela International School of Professional Coaching

quinta-feira, 17 de março de 2011

Perfil do Educador Optimista

 1. O educador optimista é aquele que por melhor que seja pode sempre melhorar.

2. O educador optimista é aquele que acredita que a mudança é possível em qualquer momento da carreira profissional e da vida.

3. O educador optimista é aquele que sabe que a forma como olha, interpreta e sente a realidade determina em muito essa mesma realidade.

4. O educador optimista é aquele que, em Portugal, vai contra a cultura do desânimo e da crítica.

5. O educador optimista é aquele que olha para o futuro, mais do que para o passado.

6. O educador optimista é aquele que acredita que “o destino não está marcado”.

7. O educador optimista é aquele que acredita que pode – e deve – transformar sonhos em realidades.

8. O educador optimista é aquele que nunca esquece que tem nas mãos uma parte central de seu próprio futuro e do dos seus educandos.

9. O educador optimista é aquele que se conhece bem e que sabe o que faz e porque o faz; é por isso que transforma cada acto educativo numa tomada de decisão bem alicerçada.

10. O educador optimista é aquele que “pensa positivo”, vendo o melhor e esperando o melhor.

11. O educador optimista é o que sabe que os insucessos podem ser experiências de aprendizagem óptimas.

12. O educador optimista é aquele que gosta de si, se aprecia e se auto-elogia.

13. O educador optimista é aquele que atenta na construção da imagem positiva dos seus educandos e se assegura que eles acreditam nas suas potencialidades, valorizando-os permanentemente, aceitando-os nas suas insuficiências e perdoando-os nas suas imperfeições.

14. O educador optimista é aquele que sabe que os outros têm sempre boas razões para se comportarem como se comportam, e que mesmo nas pessoas ou situações mais difíceis é possível ver talentos e excelências.

15. O educador optimista é aquele que sabe que as melhorias têm que começar por si próprio.

16. O educador optimista é o que sabe lidar de forma controlada e sem abuso com as emoções mais negativas que os seus educandos lhe provocam.

17. O educador optimista é o que sabe comunicar com eficácia, ouvindo-se interiormente e ouvindo mais do que falando, respeitando mais do que impondo.

18. O educador optimista é o que sabe transformar problemas em desafios e limitações em energia geradora de soluções.

19. O educador optimista é o que transmite e vivencia, com o corpo e as palavras, alegria, felicidade e entusiasmo.
Fonte – Educar para o optimismo;
Autores – Marujo, Neto & Perloiro.

Atitude Coach: Perfil do Educador Optimista

Atitude Coach: Perfil do Educador Optimista: "1. O educador optimista é aquele que por melhor que seja pode sempre melhorar. 2. O educador optimista é aquele que acredita que a mudança é..."

segunda-feira, 14 de março de 2011

O que é o Coaching?

O coaching corresponde a uma buzzword recente no domínio da liderança. A sua prática, no entanto, é antiga. Corresponde a actuações do líder norteadas por um valor supremo: ajudar os outros a trilharem o seu próprio caminho de autodesenvolvimento. Estamos, portanto, perante um entendimento da liderança baseado numa relação "adulto-adulto". Já não é ao líder que compete descobrir o que é melhor para os subordinados - isso é algo que compete a cada um deles. Cabe-lhe ajudar cada colaborador a descobrir a forma de expressar melhor os seus talentos. Dois significados do termo coaching ajudam a compreender a sua aplicação ao mundo das organizações: por um lado, coach é o treinador, aquele que ajuda os seus pupilos a desenvolverem as suas capacidades. Por outro, é um meio de transporte, o que explica o processo de autodesenvolvimento como uma viagem de descoberta e melhoria.

O coaching pode ser tomado como um processo que visa fomentar no colaborador o conhecimento de si mesmo e impulsionar o desejo de melhorar ao longo do tempo, bem como a orientação necessária para que a mudança se produza.

Trata-se, portanto, de uma filosofia de liderança que assenta na ideia de que o desenvolvimento e a aquisição de competências são processos contínuos e da responsabilidade de todos, e não apenas episódios limitados no tempo e espoletados pela hierarquia. A lógica do coaching tende pois a ser privilegiada nas organizações genuinamente aprendentes, nas quais a responsabilidade pelo desenvolvimento é pessoal, embora apoiada e enquadrada pela organização.

Como actua, na prática, um coach na relação com o seu colaborador? Múltiplas acções podem ser consideradas:

- Ajuda-o a aprender - mais do que ensina; ajuda-o a descortinar as áreas em que o seu potencial de desenvolvimento é maior; ajuda-o a desenvolver a sua inteligência emocional; ajuda-o a fazer opções, a descortinar e a definir as suas metas; ajuda-o a analisar os erros, as suas raízes e os modos de ultrapassá-los; coloca-se ao serviço - não controla; faculta-lhe as pistas que lhe permitam superar-se a si próprio; faculta-lhe guias de actuação, informações e pistas que lhe permitam optar e decidir; faz-lhe crítica construtiva, fornece-lhe feedback; gera-lhe orgulho nas realizações e reconhece-lhe o mérito; impele-o a aproveitar todo o seu potencial; inspira confiança, monitoriza o seu desempenho, motiva-o, não lhe impõe soluções, não julga, reconhece a independência e a autonomia do colaborador; é competente e empenhado; é prudente; respeita-o e é sincero na relação; transmite-lhe desafios concretizáveis, assim como sentimentos de segurança; revela abertura de espírito; e é paciente - mas sem perder o norte na proactividade.

Em suma, o coaching refere-se a uma categoria de comportamentos assentes num claro conjunto de valores, nomeadamente: autodesenvolvimento, respeito, autonomia. A sua popularidade "explode", não por acaso, num momento em que os elevados níveis de educação dos profissionais tornam desaconselhados os modelos tradicionais de chefia, nos quais um mandava e outro obedecia. O coaching é, nesta perspectiva, mais um sintoma da grande mudança em curso no mundo das empresas que têm no conhecimento o seu recurso principal: organizações complexas com pessoas simples vão dando lugar a organizações simples com pessoas complexas - e capazes de apostar no seu próprio desenvolvimento, com o apoio da organização onde trabalham, para bem do seu emprego actual e da sua empregabilidade futura.